- PSICOPATOLOGIA NO TRABALHO: ASPECTOS CONTEMPORÂNEOS
Autora: Edith Seligmann-Silva.
Nos conteúdos da semana VII, percebemos que os autores demonstram que o sofrimento psíquico no trabalho contemporâneo. Segundo Minayo 1994, a análise empreende três categorias centrais à temática: as causas do sofrimento; suas conseqüências para os indivíduos e as organizações; e os indicadores de prevenção e manutenção da saúde. A pesquisa ressalta que os indivíduos têm sido apresentados como os responsáveis únicos pelo sofrimento no trabalho, onde às vivências dos sentimentos de insegurança e incertezas, do aumento da competitividade e da hipersolicitação têm sido apresentadas em diversas reportagens que enaltecem dicas prescritivas sobre como superar o sofrimento sem, entretanto, discutir suas causas fora dos indivíduos.
Disponível em: http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12311
SOFRIMENTO PSÍQUICO NO TRABALHO CONTEMPORÂNEO: ANALISANDO UMA REVISTA DE NEGÓCIOS.
Autores: Leonardo Flach; Carmem Lígia Iochins Grisci; Francielle Molon da Silva; Vanessa Manfredini.
É verdade que o sofrimento é algo inerente ao ser humano e à vida em sociedade, estando presente na realidade do trabalho. Contudo, pode assumir uma trajetória patológica, fato que vem preocupando especialistas do mundo inteiro.
Percebemos que o impacto da globalização na organização do trabalho, as exigências crescentes de maior qualificação profissional, a competitividade, a precarização do emprego e a ameaça constante da diminuição dos postos de trabalho têm causado os mais diversos efeitos sobre a saúde mental dos trabalhadores.
Os estudos comprovam que a Psicopatologia do Trabalho na formação dos profissionais dos diferentes setores que poderão integradamente, desenvolver ações para superar a expansão dos problemas que aqui foram expostos. Existe também um desafio político e um desafio aos meios de comunicação para inclusão do assunto em seus projetos e ações.
Disponível em: http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12324
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Comentarios dos Textos da Semana VI
ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO.
Da autora Paula Cristina Carvalho da Silva
Muito interessante o trabalho feito pela autora, onde ela aponta o agravamento do assédio moral nas organizações e a sua ligação aos novos contextos favoráveis, dando destaques para a nova organização do trabalho, o cinismo e a perversidade do sistema e a função facilitadora de uma sociedade narcísica. Ela também destaca que existem contextos profissionais onde a assédio moral ocorre mais facilmente, em especial aqueles onde a gestão é pouco transparente o que permite aos indivíduos comportamentos perversos
Disponível em:< http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12276>
O PODER NAS ORGANIZAÇÕES. CONCEITOS, CARACTERÍSTICAS E RESULTADOS.
Autores JÚLIO CÉSAR BENFENATTI FERREIRA; ADRIANA GIAROLA VILAMAIOR; BRUNO MARTINS AUGUSTO GOMES
Os autores ao analisar os tipos de poder vigente nas organizações, relatam que a gestão das organizações aproxima-se mais de um modelo autocrático e coercitivo, com uma tendência a ser considerada a gestão democrática e participativa. Eles ainda afirmam que a gestão democrática e participativa pode ser traduzida em frutos como comprometimento, motivação, inovação, redução de custos e produtividade, onde os mesmos podem compor os diferenciais competitivos de uma corporação.
O que chama a atenção no trabalho é o relato de que, embora seja nítida a forma que o poder cativa as pessoas, sendo motivo de disputa, por outro lado, alguns associam o poder a uma concepção negativa e defendem que o poder “é aquele que corrompe as pessoas”.
Disponível em: < http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12274>
UMA ANÁLISE DA DINÂMICA DO PODER E DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NO ESPAÇO ORG ANIZACIONAL.
Autores: Mônica Carvalho Alves Cappelle; Marlene Catarina de Oliveira Lopes Melo; Maria José Menezes Brito; Mozar José de Brito.
O presente artigo promove uma discussão de cunho teórico acerca das relações de poder e gênero nas organizações. O mesmo relata a perspectiva adotada admite a existência de pontos de adesão e resistência ao poder, capazes de legitimar ou negar sua ação, entendendo as organizações como espaços em que homens e mulheres articulam suas relações por meio de movimentos de negociação, contestação e de luta de acordo com interesses em jogo.
Porém, acredita-se, portanto, que as relações de poder no espaço organizacional têm-se articulado de forma a atenderem a essa necessidade por diversificação e inovação, e o que se percebe é uma transformação no quadro de perpetuação da dominação masculina sobre o feminino nas organizações
Disponível em:< http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12275>
Da autora Paula Cristina Carvalho da Silva
Muito interessante o trabalho feito pela autora, onde ela aponta o agravamento do assédio moral nas organizações e a sua ligação aos novos contextos favoráveis, dando destaques para a nova organização do trabalho, o cinismo e a perversidade do sistema e a função facilitadora de uma sociedade narcísica. Ela também destaca que existem contextos profissionais onde a assédio moral ocorre mais facilmente, em especial aqueles onde a gestão é pouco transparente o que permite aos indivíduos comportamentos perversos
Disponível em:< http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12276>
O PODER NAS ORGANIZAÇÕES. CONCEITOS, CARACTERÍSTICAS E RESULTADOS.
Autores JÚLIO CÉSAR BENFENATTI FERREIRA; ADRIANA GIAROLA VILAMAIOR; BRUNO MARTINS AUGUSTO GOMES
Os autores ao analisar os tipos de poder vigente nas organizações, relatam que a gestão das organizações aproxima-se mais de um modelo autocrático e coercitivo, com uma tendência a ser considerada a gestão democrática e participativa. Eles ainda afirmam que a gestão democrática e participativa pode ser traduzida em frutos como comprometimento, motivação, inovação, redução de custos e produtividade, onde os mesmos podem compor os diferenciais competitivos de uma corporação.
O que chama a atenção no trabalho é o relato de que, embora seja nítida a forma que o poder cativa as pessoas, sendo motivo de disputa, por outro lado, alguns associam o poder a uma concepção negativa e defendem que o poder “é aquele que corrompe as pessoas”.
Disponível em: < http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12274>
UMA ANÁLISE DA DINÂMICA DO PODER E DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NO ESPAÇO ORG ANIZACIONAL.
Autores: Mônica Carvalho Alves Cappelle; Marlene Catarina de Oliveira Lopes Melo; Maria José Menezes Brito; Mozar José de Brito.
O presente artigo promove uma discussão de cunho teórico acerca das relações de poder e gênero nas organizações. O mesmo relata a perspectiva adotada admite a existência de pontos de adesão e resistência ao poder, capazes de legitimar ou negar sua ação, entendendo as organizações como espaços em que homens e mulheres articulam suas relações por meio de movimentos de negociação, contestação e de luta de acordo com interesses em jogo.
Porém, acredita-se, portanto, que as relações de poder no espaço organizacional têm-se articulado de forma a atenderem a essa necessidade por diversificação e inovação, e o que se percebe é uma transformação no quadro de perpetuação da dominação masculina sobre o feminino nas organizações
Disponível em:< http://www.uab.furg.br//mod/resource/view.php?id=12275>
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